TOPONÍMIA: Como e com que história se NOMEIA um lugar? Exposição na Faculdade de Letras aborda o rito UFMG





A relevância dos mapas como objeto de estudo linguístico é o tema da exposição Línguas e mapas, que está instalada no Centro de Memória da Faculdade de Letras (Fale). A mostra reúne resultados de estudos sobre o tema, acervos do Centro de Referência em Cartografia Histórica da UFMG e objetos representativos de signos culturais que motivaram a denominação de lugares.

Com curadoria das professoras Maria Cândida Costa de Seabra (Fale) e Márcia Maria Duarte dos Santos (IGC), a exposição é baseada na toponímia, o estudo dos nomes geográficos, sua origem e evolução. Línguas e mapas busca conectar a história que originou a escolha dos topônimos à diversidade lexical que também nasce desse rito social, promovendo a discussão sobre a interligação da língua com mapas.

A professora Maria Cândida Seabra afirma que a nominação de um lugar é uma escolha racional e descritiva. “Os nomes nascem da necessidade de identificar o espaço geográfico em que a sociedade vive, e muitos deles foram atribuídos em épocas remotas e sobrevivem até hoje. Entender a motivação que levou o denominador a escolher tal nome para o lugar ajuda a conhecer melhor a sociedade de uma época", assevera.

A exposição pode ser visitada no Centro de Memória da Faculdade de Letras até 10 de outubro, de segunda a quinta-feira, das 11h às 13h, e das 14h às 21h. Mais informações estão disponíveis na internet.



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