PF prende Paulo Bernardo e procura outras 10 pessoas. Eficiente, Wikipédia já foi atualizado com Biografia de ex-ministro. [Portal VozdoCLIENTE]

PF prende Paulo Bernardo e procura outras 10 pessoas. Eficiente, Wikipédia já foi atualizado com Biografia de ex-ministro. Portal VozdoCLIENTE





Com informações do Grupo TOL:

Além da prisão do ex-ministro Paulo Bernardo, a Polícia Federal cumpre outros 10 mandados de prisão preventiva, 40 de busca e apreensão e 14 de condução coercitiva em um desdobramento da Operação Lava Jato.

A Operação Custo Brasil - comandada pela PF de São Paulo - acontece nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal.

Segue a nota da Polícia Federal:

Polícia Federal deflagra Operação Custo Brasil - primeiro desmembramento da Operação Lava Jato em São Paulo
São Paulo/SP – A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público Federal e a Receita Federal do Brasil, deflagrou na manhã de hoje, 23, a Operação Custo Brasil para apurar o pagamento de propina, proveniente de contratos de prestação de serviços de informática, na ordem de R$ 100 milhões, entre os anos de 2010 e 2015, a pessoas ligadas a funcionários públicos e agentes públicos ligados ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MPOG.

Estão sendo cumpridos 11 mandados de prisão preventiva, 40 mandados de busca e apreensão e 14 mandados de condução coercitiva nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Distrito Federal, todos expedidos, a pedido da PF, pela 6ª Vara Criminal Federal em São Paulo.
Há indícios de que o MPOG direcionou a contratação de uma empresa de prestação de serviços de tecnologia e informática para a gestão do crédito consignado na folha de pagamento de funcionários públicos federais com bancos privados, interessados na concessão de crédito consignado. Segundo apurou-se, 70% dos valores recebidos por essa empresa eram repassados a pessoas ligadas a funcionários públicos ou agentes públicos com influência no MPOG por meio de outros contratos - fictícios ou simulados.

O inquérito policial foi instaurado em dezembro de 2015, após a decisão do Supremo Tribunal Federal para que a documentação arrecadada na 18ª fase da Operação Lava Jato, conhecida como Pixuleco II, fosse encaminhada para investigação em São Paulo.
Os investigados responderão, de acordo com suas ações, pelos crimes de tráfico de influência, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas de 2 a 12 anos de prisão.

Os presos e o material apreendido serão encaminhados à sede da Polícia Federal em São Paulo. As pessoas conduzidas coercitivamente são ouvidas nas instalações da PF mais próximas dos locais em que forem encontradas.
Haverá entrevista coletiva às 11h no auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, na Rua Hugo D’Antola, 95, Lapa de Baixo.


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