Manifestantes contra o impeachment fecham a avenida Antônio Carlos
Manifestantes contra o impeachment fecham a avenida Antônio Carlos
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Manifestantes contra o impeachment fecham a avenida Antônio Carlos -- Otempo





Movimentos populares fecham a avenida Presidente Antônio Carlos, em frente a Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, na Pampulha, região de Belo Horizonte, na manhã desta quinta-feira (28). A intenção do grupo é cumprir uma pauta nacional de ato contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Segundo a Polícia Militar (PM), o ato é pacífico e o grupo ocupa todas as faixas da via.

Em Minas Gerais, acontecem bloqueios em Belo Horizonte, no Vale do Aço e no Vale do Jequitinhonha. Na capital, as ocupações urbanas Dandara, Maria Guerreira, Maria Vitória, Guarani Kaiowá e os estudantes da UFMG realizam o trancamento da Avenida Antônio Carlos. Nesse Ato participa também a União da Juventude Rebelião (UJR), de acordo com os organizadores.

Acontece, também, mais uma Marcha das Ocupações da Izidora até a Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas Gerais, ao lado da Linha Verde (MG-010). Representação das Ocupações Eliana Silva, Camilo Torres e Paulo Freire, do Barreiro, e Ocupação Tina Martins também participam da Marcha rumo à Cidade Administrativa. Em sintonia com a Marcha do MST e da Frente Brasil Popular – 2.500 marchantes de Ouro Preto a Belo Horizonte, MG, durante 6 dias – nós, povo das ocupações, marchamos.

"Os trancamentos e a marcha são contra o golpe em curso no Brasil. A classe dominante (TV GLOBO, FIESP, PSDB, PMDB, grandes empresários e grandes latifundiários) agride frontalmente o povo brasileiro. O Golpe é contra a democracia, contra os direitos sociais e trabalhistas conquistados na longa história de luta do povo brasileiro. A abertura do processo de impedimento da Presidenta Dilma não é apenas a remoção de um governo eleito, é o golpe de Estado planejado pelas multinacionais do petróleo e executado por um bando de mafiosos que tomaram conta do Poder Legislativo Nacional, liderados por Eduardo Cunha (PMDB-RJ)", afirmam os protestantes.

Pelo país, a Frente Povo Sem Medo, organiza movimentos que devem bloquear mais de 30 rodovias no Brasil.



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