Depois de bens de Eike, PF busca carros e objetos de Luma de Oliveira [Portal VozdoCLIENTE]

Depois de bens de Eike, PF busca carros e objetos de Luma de Oliveira Estado de Minas


Luma a bordo de seu iate em abril de 2007, na época, avaliado em R$ 1 milhão



Equipes da Polícia Federal voltaram às ruas do Rio de Janeiro, nesta manhã de quinta-feira, para cumprir mais um mandado expedido pelo juiz Federal Flávio Roberto de Souza, responsável pela ação penal em que o Eike Batista é réu por crimes contra o mercado de capitais. Desta vez, os agentes partiram para buscar os bens da ex-mulher dele, Luma de Oliveira. Pouco depois das 8h, os agentes já tinham apreendido três veículos: duas Toyota Hilux e uma BMW X5. Eike Batista estava presente no local no momento da ação policial.É o terceiro mandado de busca e apreensão expedido no caso desde sexta-feira. No de hoje, a PF encontrou automóveis e outros bens de valor da ex-modelo. Nessa quarta-feira (11/2), foram apreendidos o iate e jet skis do empresário, em Angra dos Reis. Seis dias atrás, policiais estiveram em seus endereços no Rio para recolher seis imóveis, piano, relógios, obras de arte e seu celular.

Em decisão na semana passada, foram decretados bloqueios de R$ 3 bilhões em bens do empresário, de seus filhos Thor e Olin, da mulher Flávia e da ex-mulher Luma. O Ministério Público Federal (MPF) apresentou a denúncia contra o empresário em setembro do ano passado, que foi acolhida pelo juiz e convertida em ação penal contra o empresário em seguida. Contra ele pesam as acusações de supostamente ter cometido “insider trading”, que é a negociação de ações com informação privilegiada, além de manipulação de mercado, na venda de ações da OGX.

Segundo denúncia do MPF, o empresário ocultou do público informações importantes sobre a baixa potencialidade de reservas de petróleo explorados por sua empresa, a OGX, e feito manobras para iludir investidores. Eike teria vendido ações em 2013, em períodos que antecederam a divulgação de informações desfavoráveis à companhia. Na ocasião, os procuradores pediram o bloqueio de R$ 1,5 bilhão, para assegurar pagamento de indenizações ao mercado e multas, em caso de condenação.



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