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Plano dos dirigentes é instalar arquibancadas móveis na área onde hoje estão os vestiários do estádio



Apoiado pelo ex-presidente Alexandre Kalil e eleito por aclamação, Daniel Nepomuceno ainda não completou um mês no comando do Atlético e já traça alguns planos para o clube, agora que houve a homologação de acordo com a Fazenda Federal para pagamento de dívidas fiscais e desbloqueio de verbas. Um dos projetos que podem sair do papel é a ampliação do Estádio Independência, passando dos atuais 22 mil lugares para cerca de 30 mil.

Isso seria feito com arquibancadas móveis, como ocorreu com o Itaquerão durante a Copa do Mundo, antecipou Nepomuceno em entrevista ao Superesportes. Ele chegou a visitar a Fast Engenharia em São Paulo, uma das duas únicas empresas que trabalham com a tecnologia apropriada no Brasil. “Estamos olhando (a possibilidade de ampliação), mas é um assunto complexo, depende de aprovação das autoridades. Tem de ser algo móvel. Temos o problema de os vestiários serem muito grandes e naquela área (atrás de um dos gols). É mais uma questão técnica do que financeira”, diz Nepomuceno, que foi vice-presidente nos dois últimos mandatos do clube.

Como o projeto ainda está em fase preliminar, ele evita dar prazo para sua concretização. “A nova tecnologia chegou ao Brasil depois da Copa e possibilita ter uma arquibancada de altíssima qualidade. O que precisamos agora é fazer um estudo técnico para ver a possibilidade de adaptá-la no Independência sem ter de desapropriar ninguém, com todos os laudos de segurança”, argumenta.

De qualquer forma, ele assegura que jogar ou não a primeira fase da Copa Libertadores de 2015 no Independência independe da ampliação. A intenção é tomar a decisão ouvindo todos os envolvidos, como demais membros da diretoria, comissão técnica e jogadores. Mandar jogos no Mineirão é uma possibililidade real. “Claro que vamos levar em conta o fator campo, pois o Atlético mostrou força lá dentro para conquistar títulos de importância. Uma coisa é você jogar só uma final em outro estádio como o Mineirão vindo embalado, outra é criar uma base, o alicerce ali. Não podemos ser simplistas. Claro que, a longo prazo, como pretendemos aumentar nosso programa de sócio-torcedor, teremos de ter uma casa maior. Ou seja, teremos de começar a mesclar, mas é difícil definir um número de jogos”, declara o mandatário.

CONTRATAÇÕES PONTUAIS Quanto à chegada de mais reforços, ele diz que o Atlético tem uma base e vai em busca de peças que realmente deixem o time mais forte. Um exemplo foi o atacante argentino Lucas Pratto, única contratação já anunciada para 2015.



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