Neto de Pelé não guarda mágoa
Neto de Pelé não guarda mágoa
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Neto de Pelé não guarda mágoa


DNA majestoso. Octávio, neto de Pelé, vai receber a primeira chance como profissional



O nome foi uma homenagem ao avô paterno, mas Octávio Felinto Neto, de apenas 16 anos, chegou ao Guarani, de Divinópolis, para a disputa do Campeonato Mineiro, carregando o peso de ser neto do Rei do Futebol, Pelé.

O jovem jogador desembarcou há menos de uma semana no Bugre e, apesar do pouco tempo, é difícil o nome de Octávio não ser ligado ao ilustre parente, que conquistou três Copas pela seleção, vários títulos pelo Santos e se tornou o maior jogador de futebol de todos os tempos.

Filho de Sandra Regina Arantes do Nascimento Felinto, que foi reconhecida como filha de Pelé em 1996 depois de uma longa batalha na Justiça, pois o ex-atleta não quis reconhecê-la, Octávio disse que não guarda mágoas do avô por não reconhecer sua mãe, que já faleceu vítima de câncer de mama, em 2006, aos 42 anos.

“Ele teve seus motivos para agir assim e não me cabe julgá-lo. Ele tem uma história maravilhosa no futebol e me sinto feliz de ser seu parente”, disse o atacante, que se encontrou com o avô só uma vez.

“Tenho mais contato com a tia Lúcia (irmã de Pelé) e a minha bisavó Celeste (mãe de Pelé). Eu conversei com meu avô uma vez pessoalmente, em Curitiba. Ele foi receptivo. Perguntou se eu ou meu irmão (Gabriel) quem jogava melhor e me passou dicas”, declarou Octávio, que em outra oportunidade falou por telefone com o avô.

Octávio alimenta a esperança de um novo reencontro com o avô e torce pela recuperação do Rei do Futebol, que faz tratamento de uma insuficiência renal. “Graças a Deus ele está melhorando. Estou rezando todos os dias para que ele possa deixar logo o hospital e voltar para casa”, ressaltou.

Caseiro. Morando no alojamento do Guarani, no estádio Farião, Octávio disse que não é de sair e que prefere ficar em casa lendo livro, de preferência a Bíblia. O atacante destaca a importância da família em sua vida.

“Minha mãe sempre me dizia que o mais importante era estudar”, declarou o atacante, que, no ano que vem, vai cursar o segundo ano do ensino médio. “Quero ser jogador, mas sem deixar de estudar. Pretendo fazer educação física”, afirmou Octávio, que está ansioso para ter a chance como jogador profissional.

“Será uma grande chance disputar o Mineiro e quero fazer boas apresentações e gols. Meu sonho é defender a seleção brasileira”, disse o neto do Rei.



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